Tratamento da Depressão

A depressão é um dos problemas mais presentes na sociedade de hoje em dia, principalmente porque os problemas psicológicos e neurológicos demoram a mostrar-se, por isso são muitas as pessoas que deixam que os sintomas permaneçam sem consultar um médico. Assim, quando o fazem, geralmente o problema está demasiado avançado e têm mesmo que recorrer a um ou mais tratamentos para conseguir afastar o problema.
Um erro muito comum é achar que as pessoas que já sofreram de depressão nunca mais voltam a ser as mesmas, o que é errado, pois está provado que mais de 80% das pessoas que tiveram este problema conseguiram-no ultrapassar, com alguma dedicação e o tratamento adequado.

A primeira coisa a fazer é identificar o problema e os motivos que levaram a que este surgisse, geralmente esta etapa é feita com um especialista que vai “conversar” com a pessoa até que esta consiga enumerar algumas razões que provavelmente levaram à depressão. Identificar, enumerar e até “apontar o dedo” aos motivos da depressão é o primeiro passo para a curar, pois a consciência da presença do problema no seu dia-a-dia é imprescindível para conseguir eliminá-lo de forma definitiva.

Depois desta conversa inicial, geralmente são receitados alguns medicamentos antidepressivos que têm como principal objetivo corrigir o desequilíbrio químico presente no cérebro. Normalmente os mais recentes serão os mais eficazes, pois são os que foram testados tendo em conta novas informações e sempre com o principal objetivo de não causar qualquer tipo de dependência química na pessoa que os administra. Porém, a administração de diversos medicamentos poderá ter efeitos secundários, que variam de pessoa para pessoa, por isso é muito complicado de os definir antes de começar a tomar. Assim, é importante que os amigos e familiares mais próximos estejam ocorrentes dos efeitos secundários e da gravidade do problema, pois a depressão poderá levar a situações bastante complicadas e a mudanças de rotina na vida da pessoa que para quem não está dentro do assunto torna-se muito difícil de aceitar.

É importante que a própria pessoa tenha vontade de eliminar este problema do seu organismo, por isso existem algumas “regras” que deverá seguir para ajudar no seu tratamento. A primeira coisa a fazer é aceitar tudo aquilo que o médico lhe disser, seguindo sempre as suas indicações à risca, e nunca omitir qualquer informação do mesmo, principalmente o nome de todos os medicamentos (até as vitaminas e medicamentos naturais) que tomou nos últimos 15 dias, pois será com base nisso que ele vai fazer a receita indicada para o seu tipo de tratamento. Para o caso de não se sentir capaz de indicar todos eles, peça ajuda a algum amigo ou familiar para ir consigo à consulta, levando todas essas informações e apontando tudo o que o médico disser durante a consulta. Deverá ainda usar a medicação que o médico receitou apenas na dose recomendada, e nunca tentar aumentar a dose para que o tratamento seja mais rápido, pois muitas vezes poderá estar a cometer um enorme erro médico e pode trazer imensas consequências físicas e psíquicas para a sua saúde.

É ainda importante que não sinta vergonha por ter este problema, pois o passo mais importante para o tratamento resultar é aceitar a doença e encará-lo como um pequeno obstáculo na sua vida que terá que o ultrapassar para que esta volte exatamente ao que era. Se não se sentir capaz, peça ajuda a amigos e familiares e tente sempre estar o mínimo de tempo isolado, pois será uma motivação para pensar demasiado no problema e muitas vezes podem ocorrer pensamentos negativos que levam a decisões erradas como o suicídio ou o isolamento constante.

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Sintomas da Depressão

A depressão é talvez um dos problemas mais frequentes na sociedade atual, sendo hoje em dia considerado um problema frequente cada vez mais grave, que está a começar a ser cada vez menos humana, isto é, são muitos os animais que já sofrem deste problema. Este problema pode ser definido com um aumento de falta de vontade de viver, uma apatia total em relação ao dia-a-dia ou mesmo um medo constante de enfrentar um novo dia na nossa vida rotineira. Geralmente este problema afeta de uma forma muito mais intensa todas aquelas pessoas que têm vários objetivos de vida que gostavam de concretizar, pois elimina toda a vontade existente para os concretizar, deixando assim a pessoa desorientada e sem vontade de continuar a tentar.

Infelizmente são muitos os casos de depressão que podem agravar (normalmente quando estão associados a outros problemas de saúde) e que chegam muitas vezes a levar às inúmeras tentativas de suicido por parte de quem a tem, ou até uma incapacidade do seu corpo e mente funcionarem da forma como foram “ensinados”. Por isso mesmo é um problema que poderá surgir em qualquer momento da sua vida, seja ela curta (infância), média (adolescência) ou longa (adulto), ou em muitos casos após o parto, sendo muitas vezes denominada de depressão pós-parto. Em todos estes momentos a depressão faz as pessoas sentirem-se incapaz de lidar com as tarefas diárias, dando assim a sensação à pessoa que não existem motivos para continuar a viver, ou simplesmente fazendo-a afastar-se todas as pessoas à sua volta, vivendo num constante isolamento.

Os sintomas deste problema de saúde, geralmente estão sempre associados a mudanças psíquicas na pessoa ou até dos seus hábitos regulares, nomeadamente no afastamento de pessoas que geralmente estariam à sua volta constantemente (amigos e familiares), uma constante falta de vontade de realizar uma determinada tarefa durante imenso tempo que pode muitas vezes agravar-se para outras e criar uma bola de neve incontrolável, uma vontade enorme de desistir de lutar pela vida e pelo seu dia-a-dia, um cansaço extremo e falta de energia para levar o seu dia de trabalho a cabo, uma enorme vontade de permanecer em silêncio total (muitas vezes até o som da televisão incomoda), um aumento do consumo de medicamentos, drogas ou álcool (geralmente usados para se conseguir alhear a tudo o que está à sua volta), um medo constante de falhar em determinadas tarefas, uma vontade constante de chorar e quando não o consegue fazer à frente das pessoas isola-se para o fazer, dores de cabeça constantes (que podem até alastrar-se para os ombros, pescoço e costas), uma enorme dificuldade em encontrar algum motivo para sorrir, maus resultados na escola ou no trabalho (geralmente associadas à falta de atenção com que está diariamente) e um enorme desleixo na forma como se veste e na sua apresentação.

Estes são alguns dos sintomas mais frequentes de surgir numa pessoa que sofra de depressão, no entanto quando estes são isolados têm que ser previamente analisados pois pode não passar de um momento mau na sua vida. Por isso, se acha que os sintomas são demasiado frequentes, deve contactar o seu médico de família rapidamente para fazer uma análise detalhada do seu estado de saúde e proceder ao melhor tratamento possível para evitar que o problema agrave.

Os tratamentos mais frequentes numa situação de depressão é a toma de antidepressivos e uma terapia com um especialista que levará a pessoa a modificar a forma como encara a vida neste momento. Porém, é possível que seja necessário recorrer a outro tipo de tratamentos, sempre adequados à sua vida e ao tipo de sintomas que tem, por isso, a consulta de um médico especialista deve ser imprescindível para conseguir administrar o tipo de tratamento adequado ao seu problema.

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Esquizofrenia

Infelizmente a Esquizofrenia é mais um problema da população mundial, principalmente porque ao longo dos anos os valores foram aumentando, estando neste momento em cerca de 1% da população, o que fazendo as contas são realmente uma grande percentagem de pessoas com um problema tao sério e grave como este. A esquizofrenia é uma desordem crónica no nosso cérebro, além de grave torna o nosso estado incapacitado para fazer a maioria das nossas tarefas diárias.

Geralmente as pessoas que sofrem deste problema acreditam que estão a ouvir vozes que na realidade não existem, e acreditam que conseguem manipular os pensamentos e ações de outras pessoas para as prejudicar. Este tipo de situações, depois da pessoa ter noção do que realmente está a acontecer, podem causar imenso medo, isolamento e até agitação externa. Podem ainda ter conversas sem qualquer sentido crítico, estar na mesma posição imensas horas ou pelo contrário, parecerem muito bem, até falarem o que vai no seu pensamento, que geralmente são sempre coisas negativas e para prejudicar quem está à sua volta.

Os sintomas da esquizofrenia estão divididos em três categorias: sintomas positivos, sintomas negativos e sintomas cognitivos.

Sintomas positivos – este tipo de sintomas remetem a alucinações, delírios e até desordens no seu pensamento e até nos seus movimentos, dificultando assim que leve a sua vida da forma que geralmente levava. São estes os primeiros sintomas a surgir em quem sofre deste problema, e são estes os principais motivos para que a pessoa não consiga manter o emprego, manter a boa relação com amigos ou mesmo manter o bom ambiente no seu lar.

Sintomas negativos – estes sintomas remetem para todo o tipo de diminuição ou mesmo perda da capacidade de iniciar planos e delinear tarefas, de falar como era natural, de expressar aquilo que realmente sente ou mesmo encontrar alguma felicidade no seu dia-a-dia, mantendo sempre a pessoa bastante em baixo e sem qualquer tipo de prazer na vida. Este tipo de sintomas não são associados à esquizofrenia, pois muitas vezes podem revelar apenas preguiça ou início de depressão, por isso é bastante complicado de diagnosticar a doença tendo por base apenas estes sintomas.

Sintomas cognitivos – estes sintomas surgem essencialmente nos nossos sentidos básicos, isto é, revelam problemas em manter a atenção para uma determinada tarefa ou conversa, diminuição de capacidade de memorização ou até a eliminação da capacidade para executar tarefas como o planeamento do dia/semana e da organização necessária para um bom dia de trabalho. Porém, estes sintomas são igualmente complicados de diagnosticar, pois muitas vezes podem remeter apenas a um problema cognitivo ou neurológico.

Sendo assim, a esquizofrenia apenas poderá ser diagnosticada tendo por base o estudo de um largo período da sua vida, pois existem sintomas que apenas se revelam em momentos, e sintomas isolados podem não significar nada. Por isso, é essencial que no caso de surgir algum destes sintomas, peça aconselhamento a um médico e ajuda constante para analisar o seu problema e ver assim o tratamento adequado para o seu tipo de problema.

Uma vez que ainda não existe um estudo aprofundado das causas isoladas da esquizofrenia, os tratamentos surgem também no âmbito de combater os vários sintomas de forma isolada. Assim, geralmente são feitos à base de medicamentos anti-psicóticos e um tratamento psicossocial, fazendo com que a pessoa consiga interagir com outras pessoas sem qualquer tipo de problema. Sendo assim, existe um “reaprender” de como é viver em comunidade, fazendo falar as suas capacidades da melhor forma e ainda a interação com outras pessoas da melhor forma. Estão atualmente a ser testados cada vez mais medicamentos que visam um melhor tratamento assim como uma prevenção mais forte para o início dos sintomas iniciais.

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Ansiedade

São cada vez mais aqueles que sofrem de ansiedade, mesmo que não o encarem como um problema sério, principalmente devido aos inúmeros problemas que afetam a sociedade, deixando assim que o próprio psicológico de cada um se adapte às situações, umas vezes não da melhor forma. A ansiedade é caracterizada por uma perturbação psíquica que faz com que a pessoa se mantenha constantemente num estado de inquietação, preocupação, angústia, falta de tranquilidade, desassossego, etc, criando assim uma enorme tensão no dia-a-dia da pessoa, fazendo com que esta não o passe da melhor forma.

Geralmente as pessoas que sofrem deste problema, mesmo que não seja constante e de um valor elevado, vivem com uma tensão enorme de que algo de mal poderá acontecer, mesmo que não saibam exatamente o que é esse mal, pois o medo poderá surgir sem qualquer causa aparente. Normalmente estas pessoas não conseguem controlar este mau-estar, fazendo com que o seu dia seja vivido em constante sobressalto, sem saberem exatamente o que irá acontecer a seguir. A ansiedade, ao afetar o dia da pessoa, afeta também a forma como esta se relaciona com os outros, pois de uma forma geral estas pessoas afastam-se dos outros, criando um isolamento negativo, podendo até terminar com algumas relações (seja familiares, amigas ou familiares).

Os sintomas deste tipo de problema neurológico podem ser variados, principalmente porque a vida de cada um segue uma linha específica, por isso são muitos os motivos que levam a que a pessoa sinta esta mesma ansiedade, mesmo que muitas vezes sem qualquer tipo de razão. Existem alguns sintomas físicos que podem alertar para este tipo de transtorno, como o excesso de transpiração sem motivo aparente, a taquicardia, as dificuldades respiratórias constantes, as dores de estômago (causadas principalmente pelo nervosismo da ansiedade), as más digestões, as perturbações do sistema intestinal ou mesmo alterações drásticas e repentinas do sistema nervoso autónomo sem qualquer tipo de razão aparente.

É obvio que estas situações levam a mudanças de humor e de personalidade como a dificuldade de concentração e reflexão, o stress e nervosismo constante, independentemente da situação em causa, ou até as mudanças de humor em relação a conversas tidas anteriormente com outras pessoas.

O tratamento para este tipo de problema geralmente passa pela psicoterapia, ajudando a pessoa a colocar em prática alguns exercícios de relaxamento psicológico como o yoga ou mesmo exercícios físicos que os façam libertar todo o nervosismos e stress que fazem com que a tensão da pessoa suba em flecha. Porém, este tipo de problema geralmente é adquirido ao longos dos inúmeros anos de vida e de rotina diária, por isso um outro tratamento passa por modificar alguns hábitos (muito com ajuda do seu seio familiar) garantindo assim que tem uma rotina muito mais relaxada, sem constantes momentos de tensão ou decisões sistemáticas para tomar. É importante que a pessoa sinta que está a viver em calmaria, sem problemas constantes que levam a que a ansiedade volte a retornar a sua vida.

De uma forma geral, a ansiedade toma conta da vida das pessoas, fazendo-as mudar o seu comportamento normal, o que muitas vezes pode terminar em discussões constantes com aqueles que vivem o dia a seu lado, ou mesmo afastamentos necessários para que a outra pessoa não fique magoada o suficiente para abandonar a sua presença e deixar que o problema desapareça por si mesmo. Por isso, se tem algum sintoma semelhante é importante que recorra ao seu médico de família o quanto antes, garantindo um acompanhamento médico adequado para o tipo de vida que leva e o nível de ansiedade presente no organismo.

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Sindrome do Pânico

Muitas são as pessoas que têm constantes ataques de pânico, principalmente quando se vêm em situações de stress ou mesmo quando as preocupações tomam o seu cérebro de tal forma que não o conseguem controlar. Porém, nem sempre isso se transforma em síndrome do pânico, por isso é importante esclarecer aqueles que têm este tipo de problema, para que possam proceder ao melhor tratamento adequado.

Geralmente os ataques de pânico começam com pequenos nós na garganta, apertos no coração, alguma falta de ar ou mesmo alguma parte do seu corpo a ficar dormente. Depois dessas sensações vem uma enorme sensação de medo, de que tudo irá correr mal, mesmo quando tem a situação controlada, a síndrome do pânico faz com que essa sensação de medo e receio seja muito mais forte que a segurança e confiança. Infelizmente, são muitas as pessoas que sofrem deste tipo de mau-estar, que para piorar as coisas ocorre sempre em situações bastante complicadas como dentro de um transporte público (principalmente quando este se encontra demasiado cheio), no avião (com todos os receios que o avião transmite), no dentista (pelos mais diversos motivos) ou até no supermercado (enquanto espera na fila para pagar as suas compras).

De uma forma geral as pessoas não dão a devida atenção a este problema, principalmente porque este surge muito esporadicamente, sem que tenha ataques sucessivos, por isso o mais natural é a pessoa pensar que está a passar por um momento mais nervoso e esses são os sintomas naturais. Porém, os vários ataques de ansiedade podem significar que está com um problema muito mais grave, que em algumas situações em conjunto com outros problemas pode levar a decisões bastante drásticas por parte das pessoas (muitos foram os casos de suicídios durante um ataque de pânico).

Para conseguir seguir um melhor tratamento é importante saber distinguir os seus sintomas, até porque a síndrome do pânico é exclusivamente do foro psicológico, por isso a má interpretação de alguns sintomas físicos pode originar problemas bastante graves. Alguns dos sintomas mais frequentes da síndrome do pânico são: várias tonturas sucessivas que levam ao pânico geral da pessoa; arrepios de frio e calores frios que culminam em estados de ansiedade; um ligeiro aperto no peito que leva à falta de ar; uma abstração completa do que se está a passar à sua volta; muitos pensamentos indesejados e preocupações muitas vezes desnecessárias e em excesso; um aumento do ritmo cardíaco que pode resultar num ligeiro formigueiro em zonas do seu corpo; entre outros sintomas pouco frequentes que podem ser característicos
deste problema.

O tratamento da síndrome do pânico deve sempre ser feita tendo por base as indicações de um médico que estará por dentro de toda a evolução do seu problema, assim este poderá adequar o tratamento aos seus sintomas e ainda ao seu estilo de vida. Os tratamentos mais eficazes e que têm mostrado ser os mais adequados para que o problema desapareça de uma forma constante da sua vida, são à base de psicoterapia – com o destaque para a terapia comportamental. Este tipo de tratamento tem como objetivo a fomentação do autoconhecimento, fazendo assim com que a pessoa consiga analisar quais os momentos em que o seu pânico mais se mostra. Além disto, este tipo de tratamento normalmente coloca as pessoas, de uma forma consciência, em situações que geralmente causariam momentos de ansiedade e pânico, fazendo com que as pessoas se consigam controlar muito melhor e eliminando assim as sensações e os sintomas estranhos que outrora não saberia como reagir.

É certo que cada tratamento deve ser feito de acordo com os sintomas já tidos e com a evolução do seu problema, pois nem sempre a terapia comportamental ou a psicoterapia são adequadas para todas as pessoas.

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