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Amanda Montenegro

Fui diagnosticada como portadora de transtorno bipolar tipo II em 25/03/09. Eu tinha então 40 anos. A partir daquele momento, e apesar da dor e da vergonha de receber tal notícia, pelo menos eu sabia a causa do meu sofrimento. Hoje, todos os dias sigo aprendendo a lidar com esta doença mental enigmática e desafiadora. Tenho obtido bons progressos, felizmente, e quero reparti-los com os meus leitores.

Codinome: Vagalume

O codinome Vagalume é uma metáfora da condição do bipolar: às vezes apagado na noite escura e às vezes brilhando como um farol. A luz do vagalume tem várias funções: atrair o sexo oposto, iluminar ambientes escuros, defender-se, atrair outros insetos para a alimentação. Será que não conseguimos, nós, os bipolares, utilizar também a nossa condição a nosso favor? Criatividade acima da média, alta produtividade – estas características já foram atribuídas aos bipolares. O nosso desafio é aproveitar a nossa luz e eliminar o sofrimento dos momentos escuros.
"Atravessaremos as pontes quando nelas chegarmos."

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