Parapsiquismo – vidas passadas

Eu já me referi às vidas passadas no post Parapsiquismo. Agora vou apresentar outra experiência com regressão.

Mas, antes disso, acho importante descrever a técnica utilizada para estas regressões. A técnica recebe o nome de “saturação mental”. As experiências não ocorreram simplesmente colocando as fitas para tocar. Antes disso, e como diz o próprio nome, fiz uma saturação mental sobre o tema. Li vários livros sobre regressão (os nomes estão na seção “Para saber mais”), escutei fitas, conversei com pessoas que vivenciaram experiências semelhantes, assisti palestras.

Com isso, criei o ambiente apropriado para as minhas regressões. Não fiz terapia de vidas passadas, preferi eu mesma vivenciar a experiência individualmente.

E vocês podem perguntar: “O que a regressão tem a ver com o transtorno bipolar?” Regressão é autoconhecimento. Por que nascemos nessa vida com essa doença mental? A regressão pode nos auxiliar a encontrar estas respostas.

Então vamos à outra experiência. Como anteriormente, vou transcrever literalmente as minhas anotações da época.

 

24/05/98 – domingo – das 20 às 20h30

Não posso dizer ainda se acessei uma vida passada. Não me sinto hipnotizada. Outros pensamentos e devaneios transpassam-me a mente durante o exercício. Sensações energéticas: chacra frontal pulsante, entorpecimento.

Fita nº4 – Regressão através do tempo

1) Visualizar cenas da infância

Vejo cenas de objetos de casas em que já morei, sem novidades. Cenas de aconchego quando eu era bebê. Minha mãe me fazendo dormir, cantando para mim.

O mais interessante foram detalhes de um jipe azul de brinquedo que eu tinha, um carrinho de brinquedo que eu gostava muito, daqueles que a gente entra dentro e movimenta com os pés. Vi detalhes que já não lembrava tão nitidamente. Senti vontade de continuar ali, vendo mais o jipe, mas o exercício conduziu adiante.

2) Visualizar outra vida

Começando pelos pés – os pés pequenos de uma criança, um menino.

Vivaz, alegre, sorrindo, inteligente, esperto, ativo. Magro, moreno, sorriso bonito, olhos brilhantes, cabelos pretos lisos.

Um short cáqui com bolsos na frente. Uma camisa branca abotoada, também com bolsos na frente. Meias e sapatos. Pode ser um uniforme. A mãe (só vejo as pernas, saia para baixo do joelho) lhe penteia os cabelos. 1950. A casa é simples. Não sei o país, mas parece ser outro idioma. O menino tem brinquedos – tem um cavalinho de cabo de vassoura e brinca muito com ele, correndo para todo lado – igual ao cavalinho que eu quis tanto quando era criança, nesta vida (pedi tanto que ganhei no Natal).

O menino é livre – por ser menino – mais do que eu fui – por ser menina. Eu percebi que era mais divertido ser menino.

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