O transtorno bipolar e o assédio extrafísico – Parte II

A pedido da Nanci, nossa amiga do facebook, vou explicar mais minuciosamente a relação assédio extrafísico (obsessão) e crises bipolares. Eu comecei a abordar o assunto na Parte I, há exatamente um mês (17/08/16).

Na verdade, eu não sei o que vem antes: se o assediador dispara a crise ou o assediador é atraído pela crise. Possivelmente uma confluência destes dois fatores.

Todo assédio começa pelo autoassédio. Quando não há inimigos interiores, os exteriores nada podem contra você.

Maus pensamentos, maus sentimentos ou ações más são o tripé que atrai os assediadores.

Quanto ao desassédio, pode ser realizado pela própria pessoa que, com suas manifestações, e utilizando técnicas específicas ensinadas pela Conscienciologia (Vieira, 2003), afasta os inimigos extrafísicos, ou pode contar com a ajuda de alguém, mais experiente, que domine bem as energias. Neste momento entram em cena os Amparadores, que encaminham o assediador para tratamento. Não acredito na existência do diabo, mas estou certa de que existem mega-assediadores, que lideram hordas de consciências extrafísicas (espíritos) e também consciências intrafísicas (seres humanos).

Então podemos entender que existem tanto assediadores intra quanto extrafísicos. Exemplo de assediadores intrafísicos, já citados aqui no site, são os cafajestes e os psicopatas. Amparadores também podem ser tanto intra quanto extrafísicos. Exemplos de Amparadores intrafísicos são as pessoas que operam o desassédio, ou seja, a desobsessão, monitorados pelos Amparadores extrafísicos.

Como é feita a desobsessão? Bem, agora vou relatar um caso que aconteceu comigo. Mas antes, um alerta: assim como eu falei na Parte I deste tópico, “Não acredite em nada, tenha as suas próprias experiências”. Vou citar José Saramago: “Aprendi a não tentar convencer ninguém. O trabalho de convencer é uma falta de respeito, é uma tentativa de colonização do outro.” Então, por favor, não vão no meu bico.

Vamos aos fatos. Eu estava casada com o meu quinto marido, que foi padre por vinte anos. Ele estava muito mal (imaginem o que é dar uma virada dessas: deixar de ser padre e abdicar de qualquer tipo de religião). Os assediadores haviam tomado conta dele, ele estava jogado às baratas. E eu, como companheira, também estava assediada, pelo efeito-contágio – atenção, isso é importante: tanto o assédio quanto o Amparo contagiam o ambiente e quem está próximo da pessoa sente as repercussões. Isso eu relatei no post O bipolar atraindo a hostilidade de estranhos.

Então estávamos os dois muito mal, em crise depressiva. Ele, o meu marido naquela época, era muito orgulhoso e se recusava a pedir ajuda. Mas eu não, eu fui atrás de auxílio. No caso, o que me ajudou foi uma das Dinâmicas Parapsíquicas da Conscienciologia. “Dinâmicas Parapsíquicas são atividades grupais regulares para práticas bioenergéticas, em campos propícios ao desenvolvimento lúcido do parapsiquismo e à prática interassistencial multidimensional.” (Gonçalves & Salles, 2011). Os métodos empregados nas dinâmicas variam, mas elas sempre são coordenadas por uma pessoa experiente no trato com as energias.

Naquele caso, o campo foi montado à meia-luz, com temperatura ambiental baixa, com as opções de colchonetes ou cadeiras para os participantes escolherem.

Eu estava muito doente mesmo, imaginem uma pessoa no auge de uma crise depressiva. Eu mal conseguia me movimentar. Corpo enrijecido, peso enorme nos ombros, pressão horrível na cabeça, principalmente na região da nuca. Pensamentos de desgosto e amargura.

Cheguei cedo. Escolhi um colchonete, ficar deitada era o que o meu estado permitia. Dali a alguns minutos começou a Dinâmica. O coordenador instruía os participantes. Eu meio que entrei em transe. Estava dormindo, mas não era um sono convencional. Ao mesmo tempo em que dormia, sentia vários efeitos energéticos no meu corpo, principalmente na região craniana. Alternava entre a vigília e o sono, ou melhor, o estado de apagão.

Quando o trabalho terminou, o coordenador falou que havia percebido algo diferente antes de começar a Dinâmica, mas não havia visualizado eu e mais uma outra pessoa deitadas nos colchonetes (o ambiente era à meia-luz). Disse que o desassédio começou antes mesmo da Dinâmica.

Levantei leve, disposta, feliz, saudável. Foi muito bom. Agradeço às consciências intra e extrafísicas que me ajudaram naquele dia.

4 thoughts on “O transtorno bipolar e o assédio extrafísico – Parte II”

  1. EXCELENTE POSTAGEM, SEI QUE VIVEMOS EM UM MUNDO PARARELO, ESTAMOS AQUI DE PASSAGEM…. E TUDO PASSA EU NÃO ME AGARRO A NADA POIS TUDO FICA…QUANDO VAMOS EMBORA DESSE PLANETA

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