“Guia de como conversar com seu psiquiatra”

Este é um trecho do excelente texto que devia ser lido por todos os que se consultam com um psiquiatra. O autor é o DaVinci, em cujo site este texto está completo. Não deixem de conferir o texto completo, vale a pena: https://sobredepressao.wordpress.com/

 

“Conversar abertamente com seu médico/psiquiatra é a melhor forma para que ele entenda seus sintomas e como eles estão afetando sua vida diária. Se você já está recebendo tratamento para depressão mas ainda não se sente como antigamente, ou seja, como antes de ter o primeiro episódio da doença, é importante conversar com seu psiquiatra para conhecer novas opções de tratamento.

É importante entender que a depressão é um mix de sintomas que afetam pessoas de forma muito diferente. Por conta dos sintomas variarem em tipo, duração e severidade a experiência de depressão pode ser muito diferente e única para cada pessoa.

Os sintomas de depressão podem afetar o paciente em três diferentes categorias: humor (emocional), corpo (físico) e mente (cognição).

Conversar com seu médico sobre seus sintomas emocionais, físicos e cognitivos é essencial para que ele possa escolher o melhor tratamento para você.

Mudanças repentinas de humor podem estar presentes em pessoas diagnosticadas com depressão, no entanto, também pode haver mudanças de comportamento e personalidade.

Encontrar um tratamento que irá te ajudar com todos os sintomas de depressão pode levar tempo, especialmente se você não está atento a grande variedade de sintomas que a depressão pode causar. Durante o tratamento, melhoras na sua concentração, memória e habilidade de resolver problemas geralmente demoram mais tempo para ser tratados do que os sintomas relacionados ao humor e podem persistir mesmo com a continuação do tratamento.

É importante estabelecer um relacionamento de entendimento mútuo entre paciente e médico para que o tratamento seja bem sucedido. Caso você acredite que seu médico ou psiquiatra não está lhe dando a devida atenção, busque por alternativas.

Outra dica importante é você anotar sintomas que você vêm sentindo nas últimas duas semanas, assim você terá mais material para apresentar para seu psiquiatra e ele poderá lhe dar um tratamento mais adequado ao seu caso.

É importante também que você encontre um psiquiatra que lhe agrade e mantenha seu tratamento com ele. A mudança constante de psiquiatras pode ser maléfica para o tratamento.”

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