Amanda e as drogas

Fumei maconha pela primeira vez aos 15 anos. Um primo da minha melhor amiga nos arranjou um cigarrinho. Disse que, já que queríamos saber como era, ele providenciaria a maconha, porque seria melhor se ele soubesse a procedência.

E lá foram as duas tontinhas fumar maconha. Não fez efeito nenhum, ele engambelou a gente.

Depois fumei maconha de verdade com meus primos mais velhos, da cidade grande, aos dezesseis anos. Fumei umas três vezes. Então senti o efeito. Não lembro direito o que aconteceu , fico em dúvida se foi verdade ou alucinação. Vi um homem de macacão laranja debaixo de uma árvore, pode ter sido alucinação. De outra vez, ouvi umas pessoas falando mal de mim, também não sei se foi real.

A droga que fiz bastante uso durante a adolescência foi o álcool. Bebi muito mesmo. A maioria das vezes, cerveja. Outras vezes turbinava a cerveja com uma ou mais doses de tequila. Achava divertidíssimo. Naquele tempo (anos 80), não se restringia o uso de bebida para maiores de 18 anos, era só ir ao bar e pedir. Nunca entrei em coma alcoólico, mas muitas vezes já me esqueci das loucuras que fiz quando bêbada.

Meus amigos, todos eles, também bebiam muito. Era o nosso elo. E quantas aventuras! Às vezes até aventuras de risco, como subir a rua principal da cidade na contramão e à toda velocidade. Felizmente ninguém nunca se acidentou.

Uma vez, meu pai me levou a um bar e desgarramos a beber cerveja. Eu não sabia, mas era um teste. Ele queria ver até onde eu aguentaria. Pois eu aguentei ate o fim, sem dar vexame, ele se surpreendeu. Por isso o apelido do meu pai era “Molecão”: isso é um tipo da coisa que justifica o apelido.

Minha melhor amiga sempre estava comigo nas aventuras. Foi uma época que a cidadezinha recebeu vários cantores para fazerem seus shows. Que delícia que era. Fomos no show do Guiherme Arantes, Cazuza, Beto Guedes, MPB4, Kid Abelha, e outros que eu já nem lembro mais. Em um desses shows, haveria um baile depois. Só que, para ir até o clube onde o baile ocorreria, tínhamos que necessariamente passar em frente à minha casa. Imaginem a cena: todos bêbados, tentando se passar por lúcidos, e o olhar da minha mãe e da minha avó escrutinando tudo da varanda. Minha mãe, claro, quando me viu, me confiscou, a mim e à minha melhor amiga. Ligou para a casa da minha melhor amiga e o irmão dela foi buscá-la. Antes, minha mãe enfiou ela debaixo do chuveiro e deitou ela na minha cama, onde ela vomitou tudo que podia. O pior foi a minha mãe me fazer lavar os lençóis depois…

Foi tudo muito divertido. Por isso que eu acho que vivi as coisas no momento certo, as brincadeiras na infância, as aventuras na juventude, os amores na adultidade.

No carnaval, o barato era o lança perfume. Cheirava e ficava louca. Uma delícia! Os carnavais aconteciam na sede social do clube, cheia de gente, e aquele redemoinho de pessoas fazendo a volta no salão. Agora parece que não tem mais nada disso, o carnaval é na rua. Antes era mais gostoso.

E termina aqui a minha experiência com drogas. Álcool e lança perfume. Só. Outras drogas, só vi em filmes.

Se, nos piores momentos da minha vida (principalmente com o cafa número um), alguém tivesse me oferecido uma droga mais forte, certamente eu toparia, e poderia até morrer de overdose. Mas felizmente nunca tive acesso a outras drogas.

Hoje, gosto de beber cerveja ou vinho e daquele pilequinho gostoso.  Mas não passa disso, não.

7 thoughts on “Amanda e as drogas”

  1. Nunca consumi nenhuma droga ilícita em minha vida, destas para se ter o barato. Maconha, cocaina, crack…. mas consumo drogas piores…. comuns do meu transtorno. A pior de todas é uma anfetamina. Me deixa muito muito alguma coisa. Sensação de que posso mais do que devo.
    Quando eu fiz meu mestrado, era uma garrafa de vinho por noite. Achei que iria ficar alcoólatra.
    Bebia muito, prá esquecer um casamento infeliz.
    Hoje sou solteira, tenho 500 problemas, levo uma vida difícil, moro sozinha, entro e saio das minhas fases, sem consumir álcool. Mas as anfetaminas estão aqui, para garantir o término do meu doutorado.
    E depois?

    1. Querida Dory, muito bom tê-la por aqui. Esta anfetamina que você usa foi prescrita por um médico? Tem ajudado você em seus estudos? Você teme tornar-se dependente? A verificar. Abs, Amanda Montenegro

  2. eu nunca usei drogas e nem bebida eu tinha pavor por que o meu pai era traficante
    eu sofri muito naquela época eu tinha 8 anos eu tinha que acompanhar meu pai
    para fazer a distribuição da maconha para ser vendidas eles se reunião e me deixava do lado de fora brincando mas sentia muito medo só que naquela época
    os policiais só corriam atrás de bandidos e não de maconha era um tipo assim
    liberado não existiam outras drogas só a maconha minha mãe ficava apavorada
    mas ela não podia falar nada meu pai batia muito na minha mãe eu tentava defender a minha mãe mas eu não conseguia era muito pequena ele fazia coisas
    horrível com a minha mãe batia tanto até ela desmaiar minha mãe não era casada com ele quando ela foi morar com ele já tinha 3 filhas com o marido dela a mais velha tinha 6 anos outra com 4 anos e uma de 6 meses meu pai cuidava muito bem das filhas dela só que a minha mãe não queria mais filhos ela fez 8 abortos minha mãe era prostituta meu pai tirou ela da zona nunca deixou faltar nada pra ela quando ela ficou gravida de mim e da minha irmã que e falecida a gente era gêmeas mas a minha mãe não sabia meu pai tinha a mania de não aparecer em casa ela foi atrás dele pedir dinheiro por que as três filhas estava sem comida o mais triste da minha vida era quando eu tinha 10 anos ela falou pra mim eu só não joguei você e sua irmã no buraco da privada por que eu precisei comprar comida para as minhas filhas por que o meu pai quando ela estava gravida ele não queria menina ele falava que ia dar mas quando eu nasci foi a minha Nona que fez o parto ela ficou apavorada por que nasceu primeiro a minha irmã a 5 horas da manhã eu nasci as 5.30 horas e a minha Nona falou pra minha mãe nasceu mais uma menina só que eu estava
    morrendo minha Nona chamou meu pai falou ela esta morrendo meu pai me pegou levou atrás da casa e fez uma promessa para a Maria que se eu não morresse ele colocaria o meu nome de Maria ai as duas mulheres que foram buscar eu e a minha irmã só que ele falou que não ia dar minha Nona sempre foi parteira de tanto pavor que ela tinha do meu pai era filho dela ela tinha muito medo do meu pai ela acabou ficando de cama mas depois graças a Deus ela melhorou minha mãe passou a judiar de mim e da minha irmã isso nós tinha 6 meses ela trancou eu e a minha irmã no guarda roupa eu já estava morrendo a minha irmã a filha dela empurrou a porta e abriu o guarda roupa ela falou para a minha irmã deixa essas duas pragas morrer só que a minha irmã lutou com ela e falou vou contar para o Roque meu pai só que a minha mãe não queria mais nós entregou para a minha Nona criar graças a Deus ela me criou muito bem só quando eu completei 6 anos ela foi buscar por que tinha que ir pra escola entrei com 7 anos na escola minha irmã era inteligente eu não conseguia apreender nada apanhava muito da professora na minha época as professoras batiam com a régua na mão e deixava de castigo no milho até ai meu pai comprou uniforme da escola repeti de ano e a minha irmã passou meu pai gostava muito da minha irmã ele sempre falava pra mim que eu nunca ia dar em nada ai ele me abandonou eu não tinha mais uniforme e nem sapato para ir pra escola ai a minha vó mãe da minha mãe conseguiu arrumar o uniforme só que ficou grande de mais e um chinelo de dedo eu passava muito frio mas eu falava com ele mas ele não queria saber se as filhas da minha mãe fizesse aniversário ele comprava anel relógio pra mim nada comecei a catar ferro velho pra vender ele não ligava ai a minha mãe volta pra prostituição as filhas delas já tinha casado uma com 15 anos e a outra 13 anos não tinha mais ninguém pra me cuidar comecei a passar fome eu colocava 2 tijolos e fazia comida pegava um pouco de arroz na lata de tomate ia no rio pegava uns peixinhos e fazia a minha comida por que a minha irmã levou sorte ela conheceu uma mulher que tinha câncer ela estava com 9 anos e foi morar com ela a mulher tinha açougue minha limpava a casa pra ela a troco de comida ai abriu uma padaria na frente da minha casa ai eu pulava o muro tinha 3 cachorros eles iam comigo ai tinha um monte de pão jogado um monte de rato ai eu roubava um monte de pão e ia jogando pra fora do muro para os meus cachorros e pra mim comer mas sempre fui uma criança muito religiosa Deus sempre me protegeu ai o meu pai começou fazer canteiros horta para plantar verduras meu pai colocou fogo no mato ele mandou pegar um ferro pra vender eu vi o ferro vermelho mas eu não sabia que estava quente e queimei as minhas duas mãos eu gritei de dor minha mão ficou toda preta ele me levou na farmácia e comprou uma pomada quando a minha mãe chegou perguntou pra ele onde eu tinha queimado a mão ele muito sádico falou pra minha mãe ela cata ferro velho eu mandei ela pegar o ferro e ela queimou a mão ai eu comecei a ser uma criança revoltada eu não tinha amizade com ninguém nem na escola quando a professora me chamou na lousa a minha saia caiu e as meninas começaram a rir de mim comentei até com o meu psiquiatra Dr. Mauro eu comecei a chorar me deu um nervoso muito grande a minha professora falou que ia até a diretoria ela saiu eu tranquei a porta eu comecei a rir peguei as carteiras e comecei a jogar tudo em cimas dela eu falava agora vocês vão rir de mim a minha vontade era de matar todas elas só que a minha professoras com os gritos delas começou a bater na porta para eu abrir quando ela entrou ela tomou um tremendo susto ela perguntou pra mim o que você fez Regina ai eu falei que eu ia matar todas elas por que riram de mim ai eu fui para a diretoria fiquei de castigo a diretora falou aonde esta a sua mãe como eu tinha 10 anos eu falei pra ela a minha mãe só vai chegar a noite ela foi para a prostituição minha professora que me amava muito eu também amava muito ela falou pra diretora não faz isso ela e uma criança muito sofrida a minha vontade e de levar ela embora comigo ela chamava Dona Eunides eu tinha uma vontade de chamar ela de mãe por que ela me dava muito carinho eu nunca recebi carinho do meu pai e da minha mãe eu apanhava de fio de ferro da minha mãe eu limpava toda a casa pra ela não ficava na rua quando ela e o meu pai brigava eu ia pra beira do rio e ficava ali sozinha pensando e chorando ou então ia para o cemitério ali eu encontrava uma paz mas tinha que voltar pra casa por que eu estava com fome tenho cicatriz até hoje no meu corpo por que eu entrava no meio para apartar a briga eu preferia que eles me machucassem do que se matarem por que a cena era muito feia era faca e pau eles só paravam quando me machucavam ai as filhas da minha mãe tiveram nenê era eu que cuidava ela nunca deixou eu trabalhar era o meu sonho ai meu pai arrumou uma mulher e ela foi despejada a minha irmã trabalhava foi morar com ela no bairro do Limão eu falei pra ela que eu queria ir morar com ela para ajudar ela mas ela não deixou falou que eu tinha que ficar com a filha dela para cuidar dos netos da filha dela meu cunhado montou um bar eu passei a trabalhar com ele eu sabia cozinhar muito bem ai a minha irmã começou a me ajudar ai eu fui trabalhar no balcão do bar por que virou restaurante mas meu cunhado nunca me pagou era ele que comprava roupa pra mim e meus sobrinhos eu sofri muito eu sempre pensava em ser feliz mas não tinha jeito sai do bar com 23 anos de idade por que falaram que me viu sair do banheiro com o irmão do meu cunhado ai eu estava em casa por que a minha mãe foi internar meu pai por que ele virou alcoólatra e eu fiquei em casa acendi uma vela pra proteger a minha mãe do meu pai que ele queria matar ela ele ficou louco de tanto beber quando chegou as duas filhas da minha mãe e a minha irmã e o meu cunhado eu perguntei se eles queriam jantar falaram que não só que eles não falavam comigo só me olhando nisso chegou a minha mãe eles sairão pra fora e foram conversar nisso a minha mãe entrou e falou pra mim vai tomar um banho por que você vai no médico eu perguntei o por que ai a minha mãe falou que eles falaram que eu não era mais virgem mas a minha mãe falou que sabia que eu era virgem eu fui pro médico com eles quando cheguei lá tinha uma oração na parede eu comecei a rezar em pensamento por que eu era virgem eu nunca namorei ai o médico chamou ai as minhas 3 irmãs não queriam falar o que era eu peguei e falei para o médico que eu queria um exame por que as minhas irmãs falou que eu não era mais virgem só que o médico ficou bravo com elas ele falou que não ia fazer o exame por que eu ia tomar um trauma muito grande mas eu falei pro médico que eu queria fazer o exame por que a minha mãe estava me esperando eu era tão inocente que eu achava que era na barriga mas quando ele falou para eu tirar a calcinha eu tomei um choque muito grande mas eu tinha que fazer senão a minha mãe ia me matar ai eu deitei numa cama ai o médico chamou as 3 acendeu uma luz bem forte e falou que eu era virgem mas era pra mim passar numa delegacia e fazer corpo de delito por que o médico queria prender as 3 e o meu cunhado que estava lá fora eu sai de lá revoltada era tudo que eu queria fazer só que o meu nariz começou a sangrar muito do nada cheguei em casa e falei para a minha mãe que eu era virgem mas a minha mãe não deixou eu ir pra delegacia falou que elas tinha filha e iam pagar mas Deus me abençoou muito não voltei a trabalhar no restaurante no outro dia eu fui procurar emprego e fui trabalhar numa firma na Euro Flex de auxiliar de prensista só que a mulher falou que eu não tinha pratica e era perigoso eu pedi chorando para ela me dar uma oportunidade e ela me deu cheguei em casa toda feliz mas a minha mãe não estava quando ela chegou eu toda feliz falei com ela eu sempre esperava que a minha mãe iria me dar um abraço e um beijo mas isso nunca aconteceu ela só dava nas filhas dela ai passeia trabalhar eu entrava a 2 horas e saia as 10 horas da noite mais nunca vi o que era um tostão na minha mão eu tinha que entrega o envelope fechado para o meu pai e tinha que pregar o sapato com tachinha para ir trabalhar ia com os pés todo furado eu nunca tive amigos era a minha irmã que ficava sentados no portão de casa conversando com os amigos delas até que um moço de Santa Catarina falou pra minha irmã que eu era muito bonitinha e que queria falar comigo só que quando eu chegava do serviço eu jantava e colocava o pijama para dormir nisso a minha irmã entrou e falou que o moço queria me conhecer eu falei pra ela que ele tinha cara de bandido nisso a minha mãe falou você vai conhecer esse moço ou vai tomar uma surra e com medo dela me bater eu sai pra fora e fui conhecer o moço odiei os papos dele só que no outro dia ele foi falar com a minha mãe e a minha mãe me obrigou a namorar com ele em três dias ele mentiu para a minha mãe falou que tinha chegado uma irmã dele de Santa Catarina e queria me conhecer eu senti um aperto forte no peito e falei para a minha mãe que eu não queria ir mas ela me obrigou eu fui tremendo de medo quando chegou lá a porta tava amarrada só com um barbante eu perguntei pra ele por que a casa estava toda escura ele falou que ela tava no quarto assistindo televisão mas eu sabia que algo de ruim ia acontecer comigo ele abriu a porta trancou com a chave pegou o revolver mandou eu ficar calada moço não faz nada comigo pelo amor de Deus eu sou virgem ai ele arrancou a minha roupa rindo e falou que ia ver se eu era virgem mesmo ai ele tapou a minha boca com travesseiro e me estrupou com o revolver na minha cabeça eu fiquei toda ensanguentada ele fez eu tomar banho na casa dele ai ele me levou pra casa eu contei pra minha mãe achando que ela ia pra policia ela virou e falou você vai casar com ele e no dia do casamento na sexta feira ela me deu uma surra tão grande deu um murro na minha boca começou a descer um monte de sangue ela falou para os vizinhos chama policia que eu matei essa desgraçada no sábado foi o maldito do casamento precisou fazer um monte de maquiagem no meu rosto e tive que me casar só depois que eu me casei ela falou pra mim que ele era muito rico isso doeu muito em mim mas eu sempre tive fé em Deus eu fiquei três anos casada ai eu estava gravida de três meses ele me deu um pontapé na barriga eu perdi o nenê passou um ano eu fiz uma briga feia com ele quebrei até o carro dele eu acho que eu surtei e fugi dele não fiz o divorcio minha mãe vendeu todos os meus moveis eu achava que eu ia refazer a minha vida voltar a trabalhar e minha mãe tirou todos os meus sonhos e falou que não em 1981 eu tive síndrome do pânico que os médicos não conhecia essa doença fiz todos os exames no Hospital das Clinicas e os exames não deram nada e fez uma guia pra me internar na psiquiatria ai comecei a tomar as medicações e fiquei boa fiquei 4 anos separada ai a minha mãe consegui fazer o divorcio dela e se casou com o meu pai ai o meu pai ficou doente eu e a minha irmã cuidamos dele só que ele veio a falecer ai a minha irmã ficou doente com câncer eu cuidei da minha irmã sozinha e ela veio falecer ai fiquei cuidando a minha mãe sozinha as 3 filhas dela não quiseram ela mas o meu marido o Paulo já faz 34 anos que estamos juntos eu tive 2 filhas com ele no outro casamento não tive nenhum filho ele e um homem maravilhoso se não fosse ele eu não saberia o que fazer com a minha mãe mesmo eu cuidando dela ela me batia por que ela queria ficar com as filhas dela ai ela veio a falecer do coração ai o meu marido teve que operar da coluna eu comecei a emagrecer minhas filhas achava que eu estava com câncer mas ai eu cai numa depressão eu só chorava e sentindo a falta da minha mãe e que os médicos fala para o meu marido ela nunca teve o carinho da mãe e sofre ainda pelo amor da mãe já faz 9 anos que eu estou no CAPS a três anos eles passaram para o meu marido a minha doença que eu tenho Transtorno Bipolar de Carência Afetiva e depressão mas Graças a Deus eu estou bem melhor adorei conhecer você Amanda Montenegro um abraço e um beijo fique com Deus Regina Paulo

  3. Querida Regina Paulo, sua história de vida é muito comovente. Você é uma mulher muito forte! Admiro muito você. Obrigada por compartilhar conosco todos estes acontecimentos. O que posso fazer para ajudá-la? Beijo e abraço, Amanda Montenegro.

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